
Indústria & construção civil · Barra Velha, SC
Gestão 360
O Grupo MB fabrica o que ninguém repara, mas todo galpão precisa. O produto tinha reconhecimento. A presença digital tinha investimento. O que faltava era o que costuma faltar: conexão entre as duas coisas.
Lanternim instalado em cobertura industrial: o ar quente sai sem consumir energia. Produto que fica no telhado e decide o conforto de quem está embaixo dele.
Quem é o Grupo MB
Lanternins e exaustores que fazem o ar quente sair sem consumir energia. Domos que substituem lâmpadas por luz natural. Venezianas industriais que controlam ventilação e chuva. Linhas de vida que mantêm um profissional seguro a doze metros do chão. Ficam no telhado, na fachada, na cobertura: invisíveis para quem ocupa o prédio, determinantes para quem o projeta.
O produto que ninguém repara: luz natural e ar em movimento dentro de um centro de distribuição inteiro
O desafio de vender uma decisão técnica
São quatro perfis, com vocabulários diferentes, entrando em momentos diferentes do processo. Ciclo de decisão longo, ticket relevante, muitas pessoas envolvidas. Esse tipo de venda não se resolve com anúncio: se resolve com presença consistente no momento em que cada perfil procura resposta. E isso exige que marca, conteúdo, site e relacionamento digam a mesma coisa.
Dimensiona vazão de ar. Busca norma, cálculo e critério.
Especifica material em projeto. Precisa de referência aplicada.
Orça cobertura. Busca fornecedor, prazo e previsibilidade.
Resolve uma dor que não sabe nomear: digita "galpão muito quente", não "efeito chaminé".
O ponto de partida
Artigos de blog rankeavam à frente das próprias páginas de produto. Uma mesma família tinha múltiplas URLs disputando as mesmas buscas. A autoridade existia, só estava distribuída entre páginas que brigavam entre si.
Milhares de contatos sem segmentação por produto, sem leitura de estágio de funil. Uma base grande sem critério comunica pouco, porque comunica igual com todo mundo.
Propriedades fragmentadas, eventos incompletos e rastreamento antigo poluindo os dados. Sem dado íntegro, toda reunião mensal vira discussão sobre o número em vez de discussão sobre a estratégia.
Termos com muitas exibições e clique baixo: a marca era vista e não escolhida. E famílias de termos com volume alto e concorrência baixa sem nenhuma página respondendo por elas.
Um produto técnico exige conteúdo técnico. O material falava de benefício genérico onde precisava falar de norma, cálculo e evidência.
Social, e-mail, blog e site operavam em paralelo, sem ninguém responsável pela leitura do conjunto. O SEO era absorvido dentro de outra frente, sem escopo, indicador ou espaço estratégico próprio.
Nenhuma dessas dores se resolvia produzindo mais. Antes de adicionar, organizar. Antes de organizar, medir corretamente.
As soluções implementadas
Ventilação natural, venezianas, iluminação natural e segurança em altura. Em vez de criar novas páginas-pilar, promovemos as páginas de produto ao papel de pilar: elas já tinham histórico, links e conversão.
Cada conexão entre produto, subproduto, artigo e caso de obra mapeada em matriz, com origem, destino e propósito. Orienta o visitante e distribui autoridade de forma intencional.
Às vezes consolidar por redirecionamento, às vezes sinalizar a página de referência, às vezes manter as duas e diferenciar a intenção. Receita única teria custado posições conquistadas.
Eventos, conversões, integridade de rastreamento e remoção de configurações herdadas. Documentada, o que significa que sobrevive a troca de time, de ferramenta e de ciclo.
Time alocado, escopo delimitado, indicadores e ritual dedicado. Monitoramento contínuo de posições, análise mensal de canibalização e acompanhamento da presença nos formatos generativos de resposta.
Normas aplicáveis, critérios de dimensionamento, comparativos de especificação e páginas de caso de obra. Para um especificador, uma obra entregue vale mais do que qualquer adjetivo.
Imersões técnicas produto por produto com o time de marketing, depois segmentação por perfil e engajamento, fluxos por estágio de interesse, revisão de pontuação e correção das chamadas de ação.
Uma gestora conduz o dia a dia: o Grupo MB fala com uma pessoa, não com quatro fornecedores. Cada frente tem escopo, prazo e indicador documentado, e nenhuma absorve o trabalho da outra.
A marca ganhou rosto
Founder-Led GrowthQuando um engenheiro avalia um fornecedor de solução construtiva, ele não está comprando catálogo: está comprando confiança em quem fabrica. Essa leitura orientou uma das mudanças mais relevantes do ciclo, a transição de uma comunicação exclusivamente institucional para um modelo de crescimento conduzido pela liderança.
Guilherme May Lima, CEO do Grupo MB, passou a ocupar a linha de frente da narrativa: posicionamento próprio nos canais profissionais, participação direta no conteúdo técnico, voz autoral em ventilação, iluminação natural e segurança em altura.
O efeito é duplo: a marca deixou de falar em terceira pessoa, e a liderança virou referência editorial para todas as outras frentes.
Não é exposição por vaidade. É a compreensão de que, em decisões técnicas de ticket alto e ciclo longo, quem decide quer saber com quem está falando.
Como funciona o Founder-Led Growth→Prova social estruturada
Obras reais viraram páginas de caso com contexto, desafio técnico e solução aplicada. O argumento mais forte de uma indústria técnica costuma ficar guardado em pasta de fotos.
O que mudou
Quem tem intenção de compra chega onde pode comprar. Quem pesquisa chega onde pode aprender.
Famílias de termos entraram no plano por oportunidade real, não por ordem de preferência.
Leads segmentados por perfil e interesse, com fluxos que conversam com o estágio de cada contato.
A reunião mensal passou a discutir estratégia, não a confiabilidade dos números.
Obras entregues transformadas em conteúdo, o argumento mais forte de uma indústria técnica.
A voz do fundador como eixo de autoridade, aproximando a marca do especificador.
A operação segue estruturada em fases progressivas: consolidação técnica e correção de base, depois expansão de cobertura e produção por cluster, e por fim adensamento de autoridade e otimização de conversão. A lógica é sempre a mesma: não se constrói volume sobre estrutura que não sustenta.
Marketing coordenado não é sobre fazer mais coisas. É sobre fazer com que cada coisa sustente a próxima.
Gestão 360: marca, conteúdo, web, busca e relacionamento operando com uma leitura única.